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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Gengibre, bom para saúde!


Tudo sobre o Gengibre!
O gengibre é uma planta herbácea com muitos benefícios à saúde. Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial, que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.
O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces. Pode ser usado em diversas formas: fresco, seco, em conserva, em capsulas (em pó) ou cristalizado.

Benefícios do Gengibre

Ele é bastante indicado para programas de desintoxicação do organismo, além de ser considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e antibactericida.
O gengibre é utilizado para tratamento de náuseas, vômito, dor de cabeça, congestão do peito, cólera, gripe, diarreia, dor de estômago, reumatismo e doenças nervosas. Essa planta é um excelente remédio para inflamação da garganta, asma, bronquite, além de ser excelente no combate ao câncer.
O gengibre pode ser utilizado como antibiótico, além de possuir componentes que tratam a depressão. Os extratos de gengibre estimulam os centros vasomotor e respiratório.

Gengibre em pó

O gengibre em pó tem o sabor mais suave e diferente do fresco. Por isso, o gengibre em pó não pode substituir o gengibre cru, como em receitas por exemplo. É muito usado em confeitarias e padarias para fazer bolos diversos, pães, biscoitos e tortas. Também combina com frutas e legumes e faz parte de várias misturas de temperos.
O gengibre em pó pode ser feito em casa: Deixe secar o gengibre, retire a casca e moa-o inteiro. Ou você pode comprar pronto em pacotes ou em forma de cápsulas.

Como fazer o chá de gengibre

Tudo sobre o Gengibre! 

Aqueça ½ litro de água; não precisa ferver. (O gengibre perde as propriedades em água muito Quente).
Despeje o líquido sobre 2 colheres (sopa) do gengibre cru, ralado ou esmagado.
Tampe e deixe em repouso por cerca de dez minutos.

O chá de gengibre ajuda a emagrecer?

O chá de gengibre poderá ajudar na sua dieta, pois estimula a digestão, alivia a constipação e é um tônico cardíaco. Ele trata a obesidade, pois ajuda acelerar o metabolismo e queima calorias.
Para facilitar a digestão, queimar calorias e reduzir peso, o recomendado é tomar ½ litro da bebida por dia, dividido em cinco doses iguais. Tome o chá sempre depois das refeições.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Óleo de Coco: uma gordura que faz bem e emagrece


A água de coco há muito tempo conquistou sua fama de bebida saudável, rica em sais minerais e vitaminas e de baixas calorias, é um ótimo isotônico natural.
Já o coco, apesar de delicioso, sempre teve fama de gorduroso, condenado à exclusão da dieta de quem quer emagrecer. Mas, como o abacate, ele vem conquistando a comunidade médica, pelas propriedades benéficas que sua gordura apresenta.
O óleo de coco extravirgem é o principal tipo de gordura utilizada na dieta dos nativos de diversas ilhas do Pacífico e chega a corresponder, em algumas regiões, a cerca de 60% das calorias diárias ingeridas. O curioso é que entre estes nativos, a incidência de doenças comuns no mundo ocidental, como diabetes, cardiopatias, câncer e obesidade, é baixíssima. Pesquisadores compararam o cardápio de parte da população que mantinha a dieta local tradicional com a outra parcela que seguia um menu ocidentalizado. O resultado mostrou que a saúde e a dentição dos habitantes com dieta tradicional eram excelentes, enquanto a outra parte apresentava mais problemas de saúde e doenças degenerativas.
Como a gordura do óleo de coco não precisa de enzimas especiais para ser absorvida e se transforma rapidamente em energia, não fica depositada no corpo. Por isso, ela é considerada termogênica (aumenta a produção de calor no organismo e queima gorduras) e ajuda no emagrecimento. "O óleo da fruta tem o poder de estimular o metabolismo orgânico, aumentando o gasto calórico, e converte calorias em energia", comenta Sérgio Puppin, cardiologista e especialista em nutrologia (SP) e membro da Academia de Ciências de Nova Iorque (EUA). E isso não ocorre com o consumo de Triglicerídeos de Cadeia Longa (TCL), que estão presentes em outros tipos de óleo, como os de soja, girassol e milho. Puppin acredita que emagrecer com a gordura do coco é uma conseqüência desse processo. "O ideal é adotar o seu consumo para melhorar a saúde como um todo. E, nas pessoas com excesso de peso, surge uma agradável surpresa: o emagrecimento, que pode chegar a 3 kg por semana!", avisa. E ainda: "Estudos mostram que, mesmo quando se abandona o consumo do óleo, os resultados da dieta são mais duradouros se comparados aos de outros regimes", conta o cardiologista.
É um alimento complementar com inúmeras propriedades benéficas para a saúde, proporcionando fortalecimento do sistema imunológico, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes. Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva, que é considerado o óleo mais saudável. São encontradas diversas substâncias no óleo de coco, entre elas os ácidos graxos essenciais e o glicerol, que é importante para o organismo – com ele o corpo produz ácidos graxos saturados e insaturados de acordo com suas necessidades. O óleo de coco extravirgem apresenta um alto índice de ácido láurico, mirístico e caprílico, entre outros. Segundo a Dra. Mary Enig, especialista em gorduras, o ácido láurico é um ácido graxo de cadeia média, que é transformado em monolaurina no corpo humano. A monolaurina é antiviral, antibacteriana e destrói vírus revestidos de lipídeos e diferentes bactérias patogênicas, incluindo a Helicobacter Pylori (causadora da gastrite).
Seis a sete porcento dos ácidos graxos do coco são compostos pelo ácido cáprico, também transformado no organismo humano, a monocaprina, e também com propriedades antimicrobianas contra HIV, Chlamydia e herpes.
A gordura do coco leva à normalização dos lipídeos (gorduras) corporais, protege o fígado dos efeitos do álcool e aumenta a resposta imunitária contra fungos, bactérias e protozoários; também se mostrou benéfica no combate aos fatores de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em óleo de coco não aumenta o colesterol e nem o risco de mortalidade ou morbidade por doença coronariana, uma vez que, tem a propriedade de aumentar a fração HDL do colesterol (“colesterol bom”).
A ingestão do óleo de coco bloqueia o sistema enzimático que converte os carboidratos em gordura corporal. Os ácidos graxos provenientes do óleo de coco são a fonte preferida de combustível para as fibras musculares vermelhas durante o período de exercícios de moderada intensidade.
O óleo do coco extra virgem é livre de gordura trans e possui alto teor de ácidos graxos de cadeia média (ácido láurico), idênticos aos encontrados no leite humano. Além do mais, reduz o risco de doença cardíaca e coronariana, reduz o risco de câncer, regulariza o ritmo intestinal, ajuda a controlar o diabetes, aumenta os níveis de energia, melhora a digestão e absorção de nutrientes, aumenta o metabolismo, ajuda na perda de peso (acelera a queima das gorduras), ajuda a prevenir a osteoporose, mantém a pele macia e previne o envelhecimento precoce (a fruta tem alto poder antioxidante, atuando na diminuição da produção de radicais livres, graças à ação da vitamina E.). Também ajuda a reduzir o colesterol ruim (LDL) e promove a elevação do bom (HDL), contribuindo assim para a prevenção e o tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.
A gordura apresenta grande concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno. Ele protege a flora intestinal e ajuda a regular a função intestinal, tanto nos casos de prisão de ventre como nos de diarréias.
Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que ela estimula a função da tireóide. O bom funcionamento dessa glândula faz com que o mau colesterol (LDL) produza hormônios necessários na prevenção de doenças e outros males crônicos.
Por fim, mais um ponto para a dieta: ele controla a compulsão por carboidratos, pois proporciona uma sensação de saciedade e não estimula a liberação de insulina. Dessa forma, diminui a compulsão por doces.
O óleo de coco extra virgem não é um medicamento, e sim um alimento complementar coadjuvante na prevenção de diversas doenças. Por isso, deve ser consumido diariamente para que o organismo obtenha uma reserva de ácidos graxos, presentes no óleo de coco.
Diferente das outras gorduras, o óleo de coco é muito resistente à alta temperatura e não elimina suas propriedades quando aquecido. A substância pode ser tomada pura ou misturada aos alimentos ou em substituição a outros óleos, que perdem as características quando submetidos ao calor.
A melhora começa a aparecer após a segunda semana de consumo. A recomendação é de 3 colheres de sopa, distribuídas ao longo das refeições, no tempero de saladas, misturado ao iogurte, em shakes ou vitaminas, passado em torradas, etc.
Na hora da compra, preste atenção no rótulo: O óleo não deve ser submetido a processo de refinação. Quando refinados, perdem seus antioxidantes e alguns ainda são hidrogenados, transformando-se nas gorduras trans, estas, sim, muito nocivas à saúde.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Conheça os alimentos que estufam e aumentam a barriguinha

Por Nadia Heilser


É fácil perceber quando comemos a ponto de nos sentirmos estufadas. O difícil é saber o ponto certo para não nos sentirmos mais assim. Certo? Diante de um prato delicioso, ficamos tão atordoadas com a quantidade de sabores que acabamos por esquecer o ponto ideal que deveríamos parar de comer, por já estarmos satisfeitas.

Alguns estudos, pesquisas e opiniões de nutricionistas, nutrólogos e estudantes da ciência das dietas afirmam, portanto, que essa sensação pode ser amenizada com uma fórmula inovadora: a combinação dos alimentos.

Isso não quer dizer que, fazendo o mix ideal de alimentos, você pode largar a mão e comer uma quantidade muito acima do que deve, muito pelo contrário. O ideal é que você coloque pequenas quantidades no prato e coma devagar, mastigando minuciosamente cada grão de comida colocado em sua boca.

Para isso, concentre-se: desligue a TV, o rádio e a internet e deixe as discussões com a família e os amigos de lado. Não pense em problemas e “desplugue-se” do trabalho. O momento da comida deve ser um momento de total relax e paz interior – nem que para isso você tenha que ser atriz por alguns instantes.

Alguns tipos de comida, além de nos causar a sensação de abdômen estufado, podem prejudicar a nossa digestão. Por isso, fique atenta a certas combinações e avalie se o seu prato realmente é saudável para o seu processo digestivo.

Mantenha distância
Nutrólogos e nutricionistas cada vez mais são procurados por causa de problemas digestivos, especialmente os que têm relação com o mau funcionamento intestinal. A ingestão diária de frituras, junkie-food, alimentos apimentados e embutidos em grande quantidade, como já sabemos, causam desconforto abdominal pela sensação de inchaço provocada.

Além disso, segundo o endocrinologista e nutrólogo Wilmar Accursio, alguns alimentos por si só já são lentamente digeridos, como é o caso do feijão, brócolis, pimentão e certas frutas, como maçã, pêra, ameixa vermelha, cereja e uva, que mesmo sendo nutricionalmente bons, podem provocar sensação de adbômen distendido, causar fermentação e levar a produção de gases.

Fora esses, ainda segundo Wilmar Accursio, há a lista dos alimentos "danosos" como açúcar refinado, gorduras (embutidos, bacon, carne de porco), queijos, chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas e, para muitas pessoas, até o pão e o leite.

De acordo com Wilmar, muitas pessoas associam-se esses sintomas de “estômago estufado” ao ganho de peso, o que em muitos casos não é verdade. “O que a maioria das pessoas não sabe, é que esta situação, quando crônica, pode levar a sérias alterações da flora intestinal, e da absorção de nutrientes toxinas através dos intestinos”, afirma o médico.

A solução do especialista, portanto, seria combinar esses alimentos que nos levam a uma digestão mais “lenta” – desde que contenham bons valores nutricionais, como o caso do feijão, de certas verduras e das frutas – a certas quantidades de legumes com fibras, alimentos integrais, mel, frutas não fermentativas, arroz, batata, frango sem pele, peixes e gorduras de origem vegetal (óleo de girassol, azeite).

“Essencial também é a ingestão dos probióticos, lactobacilos e bifidobactérias vivos, através de iogurtes e lácteos ou de preparados específicos. Estes cuidados com nosso intestino e nossa flora são essenciais para a saúde geral e cada vez mais ouviremos informação sobre benefícios advindos desta estratégia, como prevenção de alguns tipos de câncer e de doenças cardiovasculares e manutenção de um sistema imunológico eficiente”, completa Wilmar.

Curiosidades:
- Segundo o livro Magra e Poderosa, das autoras Rory Freedman e Kim Barnouim, o cafezinho que costumamos beber após as refeições, pode ser um forte vilão do acúmulo de peso e do desconforto abdominal por acentuar a acidez do estômago, o que pode prejudicar ainda mais o processo digestivo, tornando-o ainda mais lento e defeituoso. A solução para isso, segundo as radicais autoras, é uma só: a abolição do café da dieta. Simples!

- Alguns chás com efeito diurético, como o chá verde e o chá branco, podem aliviar esses sintomas. Porém, especialistas divergem opiniões quando o assunto é a hora mais adequada para ingeri-los. Apesar de a maioria acreditar que o mais eficaz é uma xícara após as refeições, uma nova gama de nutricionistas afirma que o interessante é tomar o chazinho meia hora antes das refeições, ou então, duas horas depois. Tudo isso desde que você não apresente intolerância à cafeína, claro, pois, esses chás contêm quantidades significativas dessa substância.

Novidade bombástica
Seth Roberts, Ph.D., membro do conselho editorial da revista científica Nutrition e professor de psicologia na Universidade da Califórnia era um ex-obeso que se dedicou ao estudo de algumas dietas e questões da nutrição e da endocrinologia conseguir emagrecer. Os resultados foram muitos quilos a menos e a publicação do livro A Dieta de Shangrí-la, da editora Best Seller.

Um dos descobrimentos de Seth, após anos de pesquisa e de experimentações – sim, ele experimentou diversas dietas e tentativas absurdas – é que algumas comidas engordam por sua combinação e que os seus ingredientes, se fossem ingeridos aleatoriamente, não engordariam.

Em seu livro ele explicita a nova teoria, que se trata basicamente da questão dos sabores, ou seja, segundo Seth Roberts, um sanduíche de salame, mostarda e pão de queijo engorda bastante graças à associação forte de sabores que ele contém.

Essa combinação sabor-caloria, gera, portanto, muito mais ganho de peso. Na verdade, a moral da história é a seguinte: quanto mais sabor associado ao prato, mais ele vai engordar, graças à reação que isso desencadeia no nosso cérebro. Portanto, prefira comer um alimento de cada vez e, se possível, opte pelos que possuem menos sabor.

Em um capítulo de seu livro, Seth afirma que os alimentos de sabor fraco nunca se associam fortemente às calorias, o que faz com que eles engodem menos do que os outros.

Dicas
Para amenizar a sensação de “barriga cheia”, tente ingerir alimentos com efeito diurético, que, além de tudo, são capazes de deixar o abdômen lisinho. Anote: abacaxi, alface, pepino e berinjela, que evitam a retenção de líquido. Água e produtos ricos em fibras também entram na lista.

Já os alimentos que apresentam maior facilidade em fermentar e dilatar o abdômen são: pimentão, repolho verde e roxo, couve flor, excesso de alho e cebola crua, goiaba, feijão, milho, lentilha e laticínios em geral em excesso.

Evite também tomar líquidos junto às refeições e ingira fruta, que pode ser uma maçã, antes dos demais alimentos.

Tem o colesterol alto? 8 dicas para combater o colesterol





O colesterol provém de duas fontes: do seu organismo e dos alimentos que ingere. No organismo, o colesterol é produzido pelo fígado. É este órgão que produz a maioria do colesterol de que o organismo necessita. Alguns dos alimentos que consome fornecem quantidades adicionais de colesterol. O colesterol proveniente da sua alimentação encontra-se em produtos de origem animal, tais como, as carnes, o leite gordo, o queijo, a manteiga e os ovos.




1. A ingestão de leite integral e seus derivados deve ser evitada. Se gosta de queijos, prefira os queijos brancos, menos gordurosos, como ricota ou queijo fresco;

2. Coma mais peixe e carne de aves;

3. Reduza o consumo de carne vermelha;


4. Procure não comer biscoitos amanteigados, croissants, folhados, gelados cremosos;

5. Enchidos em geral (linguiça, salsicha e frios), carnes vermelhas gordurosas, carne de porco (bacon, torresmos), vísceras (fígado, miolo, miúdos);

6. Troque os fritos pelo assado;


7. Evite receitas que usem muito óleo;

8. Substitua os molhos calóricos, como maionese e cremes. Dê preferência ao iogurte diet, sucos de tomate e mostarda.


A verdade é que os níveis de colesterol elevado podem conduzir ao aparecimento de doenças cardiovasculares, das quais são exemplo os ataques cardíacos e as tromboses cerebrais (AVC), responsáveis por uma morte cada 33 segundos. Essa é a razão pela qual se torna fundamental que conheça a sua situação. Saber quais são os seus níveis de colesterol ajudá-lo-á a lidar melhor com os riscos envolvidos.

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